AFASTAMENTO...
Faz-se necessário que me afaste de ti
Em busca de novas luzes e compreenções
Mesmo que meus desejos é estar em ti
Facilitar-te a jornada...
Tua individualidade, tua egocentricidade
Não suportam minhas mãos em tua direção...
Quantas palavras e suores para que pudestes seguir,
ir pelo caminho onde os espinhos já foram retirados.
Entretanto, preferes expor-te, agitar-te conturbado.
Preferes fugas sedativas que não te sustentarão
Não te acasalharão no inverno da experiência...
Com uma lágrima a brotar nas vistas
Por ter pisado em tantas pedras, agudas
Queria, eu, proteger-te. Recusas!
Devo olhar o horizonte, esperar por tua procura
quando sentires que deverias ouvir
Porque enquanto recusas, preparo-me mais e mais...
Consequentemente, a distância psíquica se alonga entre nós
Porém, meu coração será mais e mais amor
Mais compreenção dos fatos, mais paciência no tempo...
Flores de cactos aos sons dos sinos
Férteis e áridas terras na inesxperiência dos destinos.


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