
Amo-te porque és vida, vinho e lilás, és sonho cintilante beija flor és tu adocicado néctar. Amo-te porque sabes milagrar tempestades em sininhos de alerta. Aperta-me ver-te lágrima de cristal. Compreendidas serão tuas letras nestes instantes doravante os visgos que escondem o belo e singelo?
Ninguém confia senão em si tantas foram as hipocrisias, tantas foram as inconveniências. Mas, são de pétalas que amanhecem os dias neste jardim, suave dor, breve alegria. Sabedores do por do sol, tua luz permanece arrebol como a chama destes versos, contra/atuais.
Hoje sobra-nos a consciência de que somos poucos os sensíveis a pressentir a queda, o esmagar de tudo aquilo que mais amamos ou odiamos.Tornar-se-ão húmus de nossas imperfeições. Poderão vir a ser recomeço às novas flores, se a água e sol, no dia seguinte, forem.



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